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Saúde

Veja alguns alimentos que previnem contra o câncer de mama

Dentre as medidas que merecem uma atenção redobrada, estão hábitos saudáveis como praticar atividade física

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Manaus (AM) – O mês de outubro é dedicado à campanha de conscientização e alerta para o câncer de mama, com ações espalhadas no mundo todo, o “Outubro Rosa’, que tem como objetivo levar informação e serviços de saúde a todas as mulheres.

Dentre as medidas que merecem uma atenção redobrada, estão hábitos saudáveis como praticar atividade física, ficar longe do cigarro e seguir uma dieta equilibrada com alimentos saudáveis.

Embora muitas pessoas imaginem que o autoexame e a mamografia são formas de prevenção, na verdade esses são cuidados que permitem o diagnóstico precoce. Para que realmente seja possível evitar a doença, porém, é necessário incluir os alimentos certos na sua dieta.

O nutricionista Igor Oliveira listou 5 dicas de alimentação que auxiliam bastante na prevenção contra o câncer de mama. Confira:

Primeira dica: aumente seu consumo de vegetais, quanto mais colorida for sua salada, melhor. Isso vai fazer com que você tenha um consumo adequado de vários tipos de antioxidantes, e substâncias compostos fenólicos, que vão auxiliar na prevenção do câncer.

Segunda dica: as frutas também são ótimas opções, então consuma pelo menos três porções ao dia, isso também vai fazer com que você aumente o consumo de antioxidantes.

Terceira dica: aumente o consumo de alimentos que vão fazer com que regule seu intestino, como cereais integrais, aveia, arroz integral, etc.

Quarta dica: aumente seu consumo de água, a água é o nosso principal regulador, de todas as reações de nosso metabolismo, então consuma uma quantidade adequada de água.

Quinta dica: aumente o uso de temperos naturais, utilizando mais ervas como o orégano, alecrim, manjericão, esses são potentes alimentos ricos em antioxidantes, vai fazer com que você, além de auxiliar na prevenção do câncer, melhore também o sabor de sua comida”.

O que deve ser evitado

Além dos alimentos que previnem a doença, existem alguns produtos que acabam favorecendo o surgimento do câncer e, por isso, devem ter seu consumo limitado.

Frituras e alimentos gordurosos em geral, como lanches de fast food, leite integral e queijos amarelos, também devem ser evitados. A ingestão excessiva de gordura está relacionada ao acúmulo de peso (fator que aumenta o risco do câncer) e à elevação do estradiol, um hormônio relacionado ao câncer de mama.

Por fim, doces, refrigerantes e produtos industrializados em geral devem ser consumidos com moderação, pois eles contêm substâncias artificiais que desencadeiam processos inflamatórios no organismo.

Agora que você sabe de todas essas dicas, busque ter uma dieta equilibrada dando preferência aos alimentos para prevenir o câncer de mama e limitando o consumo daqueles que aumentam o risco, consumindo estes últimos apenas em ocasiões esporádicas.

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Saúde

Brasil recebe mais 1,5 milhão de doses da vacina da Pfizer

A distribuição será feita de maneira proporcional e igualitária para os estados do brasileiros

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Campinas (SP) – O país recebeu mais 1,5 milhão de doses do imunizante da Pfizer, que chegaram nesta segunda-feira (6) no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP).

De acordo com o Ministério da Saúde, a distribuição será feita de maneira proporcional e igualitária, depois de acordo entre União, estados e municípios.

Nos últimos cinco dias, o Brasil recebeu mais de 10 milhões de doses do imunizante produzido pelo laboratório. Dos mais de 310 milhões de doses aplicadas em todo o país, cerca de 153 milhões são da Pfizer.

O contrato em andamento com a farmacêutica prevê a entrega de 100 milhões de doses. Ao desembarcarem, os imunizantes passam por um processo de checagem de qualidade.

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Saúde

Dois casos da variante Ômicron são confirmados no Brasil

O casal já está em isolamento domiciliar, apresenta sintomas leves da Covid-19 e não tem histórico de vacinação

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Brasília (DF) – A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo informou nesta terça-feira (30), que foram confirmados os dois primeiros casos importados da variante Ômicron do novo coronavírus no Brasil. A confirmação foi feita pela técnica de sequenciamento genético pelo laboratório do Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo.

Os dois casos são de um homem, de 41 anos, e de uma mulher, de 37 anos, que vieram da África do Sul. Ambos testaram positivo em exames de diagnóstico molecular (RT PCR), considerado o mais preciso para a detecção viral.

O casal já está em isolamento domiciliar, apresenta sintomas leves da Covid-19 e não tem histórico de vacinação.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo (SMS), o casal reside na África do Sul e está em visita ao Brasil. Ambos chegaram ao Brasil no último dia 23, pelo Aeroporto Internacional de Guarulhos, e testaram positivo para a Covid-19.

O material do teste foi coletado no laboratório do Hospital Albert Einstein instalado no Aeroporto Internacional de Guarulhos. O exame inicial foi feito no dia 25 de novembro, quando os dois apresentavam sintomas leves.

De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, a qualidade dos testes foi avaliada e atestada pelo Instituto Adolfo Lutz, referência regional em Covid-19.

Vacinação

Na segunda-feira (29), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse que a principal resposta contra a variante Ômicron é a vacinação. “Esse contrato assinado com a farmacêutica Pfizer é a prova cabal da programação do Ministério da Saúde para enfrentar não só essa variante Ômicron como as outras que já criaram tanto problema para nós”, completou.

Ele afirmou que o cuidado da vigilância em saúde no país permanece o mesmo adotado desde o começo da pandemia. “É uma variante de preocupação, mas não é uma variante de desespero porque temos um sistema de saúde capaz de nos dar as respostas no caso de uma variante dessa ter uma letalidade um pouco maior. Ninguém sabe ainda”.

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Saúde

Ômicron: nova variante da Covid-19 é considerada mais perigosa e potente

A preocupação de comitês científicos do mundo todo é que essa poderia ser a primeira variante capaz de ser resistente as vacinas

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O Grupo de Aconselhamento Técnico da Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou nesta sexta-feira (26), um comunicado a respeito da nova cepa identificada pela primeira vez na África do Sul e que vem alarmando autoridades de saúde em todo o mundo.

A variante B.1.1.529 recebeu o nome de Omicron e foi considerada cepa de preocupação. Pela definição da OMS, variantes assim classificadas apresentam alterações genéticas que mudam o grau de transmissibilidade do vírus, a severidade de doença por ele causada, sua capacidade de escapar do sistema imunológico, de testes diagnósticos e dos tratamentos.

Além disso, elas já são transmissíveis entre comunidades e em múltiplos países, com prevalência crescente e indicação de que representam risco para a saúde pública global. As cepas também indicam possuir maior transmissibilidade e virulência em comparação às demais em circulação, além da sugestão de que representam risco de menor efetividade de medidas como testes diagnósticos, vacinas e terapias.

Primeiro caso

O primeiro caso conhecido de Covid-19 provocado pela nova cepa foi registrado no dia 9 de novembro. A OMS foi informada pela África do Sul na quarta-feira, 24. Segundo a entidade, a situação epidemiológica no país é caracterizada por três picos de casos, o último causado predominantemente pela variante Delta. No entanto, nas últimas semanas houve subida consistente de casos, coincidindo com a detecção da Omicrom.

De acordo com o documento da OMS, a cepa tem um número considerável de mutações. Evidências preliminares sugerem que ela apresenta maior risco de reinfecção em comparação às demais. O total de casos da cepa parece estar crescendo em quase todas as províncias da África do Sul. O teste ouro para detecção da presença do vírus no sangue, o RT-PCR, mostrou-se eficaz para identificar também a nova variante.

Segundo a OMS, várias pesquisas sobre a variante estão em andamento. A entidade recomenda aos países que mantenham em alerta os sistemas de vigilância sanitária e os esforços para entender como se dá a circulação das variantes do SARS-CoV-2. Também orienta que as nações compartilhem o sequenciamento genético das cepas do coronavírus em plataformas digitais com acesso público, como o GISAID.

Resistente à vacina

A preocupação de comitês científicos do mundo todo é que essa poderia ser a primeira variante capaz de realizar o chamado “escape”. Ou seja, contornar o cerco dos anticorpos gerados pelas vacinas, que se tornariam inúteis, ou muito menos eficazes.

A OMS orienta que as populações mantenham a prática de medidas protetivas como o uso de máscaras, higiene das mãos e distanciamento social.

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