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Novo mutirão de vacinação contra Covid acontece sexta e sábado em Manaus

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Manaus (AM) – Um novo mutirão de imunização contra a Covid-19 acontece nesta sexta-feira (1º) e sábado (2). O objetivo principal é aplicar doses de reforço da vacina contra a Covid-19 em profissionais de saúde a partir de 50 anos e pessoas a partir de 60 anos, que tomaram a segunda dose há mais de seis meses (ou até 01/04), e em imunossuprimidos a partir de 12 anos, tendo o intervalo de 28 dias entre a segunda dose e a dose de reforço

Também serão disponibilizadas a primeira e a segunda dose para pessoas com 12 anos ou mais. Serão seis pontos estratégicos que funcionarão com horário estendido: das 9h às 21 na sexta-feira e das 9h às 18h no sábado. Os postos das unidades básicas de saúde (UBS), da Prefeitura de Manaus, atenderão no horário das 9h às 16h nos dois dias de mutirão.

Os pontos estratégicos que funcionarão em horário estendido são: Centro de Convivência da Família (CCF) Magdalena Arce Daou (pedestre), Centro de Convenções de Manaus-Sambódromo (drive-thru), CCF Padre Pedro Vignola (pedestre), Shopping Phelippe Daou (pedestre), Studio 5 Centro de Convenções (pedestre) e Sesi Clube do Trabalhador (pedestre e drive-thru).

O Governo do Estado, através da Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM) e da Fundação de Vigilância em Saúde Drª Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), vai coordenar dois pontos estratégicos: o Sambódromo, onde haverá 26 postos de vacinação e o CCF Magdalena Arce Daou, com 16 postos.

“Mais uma vez, o Governo do Amazonas coloca sua estrutura, com vários órgãos parceiros para apoiar a Prefeitura de Manaus na vacinação, num fim de semana de mutirão. Teremos cerca de 500 servidores da SES-AM e de vários órgãos estaduais nesse grande movimento para acelerar a vacinação e pedimos à população que atenda ao nosso chamado, porque é com a vacina que vamos vencer o vírus e salvar vidas”, disse o secretário de Estado de Saúde, Anoar Samad, que fez um chamado especial aos profissionais de saúde em suas redes sociais.

De acordo com a diretora-presidente da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Drª Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), Tatyana Amorim, o tipo de imunizante aplicado é definido conforme a dose de cada público contemplado na vacinação. “Para as doses de reforço, serão aplicadas vacina da Pfizer. Já para as demais doses, serão aplicados os outros tipos de vacina disponíveis”, detalhou.

Documentação

Para se vacinar, com segunda dose e dose de reforço, é necessário apresentar documento original com foto, CPF e carteira de vacinação. Para os imunossuprimidos, além dessa documentação, um laudo médico ou outro documento que comprove a condição.

Já para quem vai receber a primeira dose, é necessário que o interessado apresente, obrigatoriamente, um documento oficial com foto com o número do RG, CPF, comprovante de residência (original e cópia) e Cartão de Vacina.

Remessas de vacinas

Entre a sexta (24) e a terça-feira (28), o Amazonas recebeu 159.190 doses de vacinas contra Covid-19 por meio do Programa Nacional de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde, para dar continuidade à vacinação contra Covid-19.

Na terça-feira (28), chegaram a Manaus 19.250 doses do imunizante AstraZeneca/Fiocruz. Na segunda-feira (27), mais 54.990 doses de vacina do tipo Pfizer/BioNtech. Já na sexta-feira (24/09), 84.950 doses de imunizantes dos tipos de Pfizer/BioNtech e AstraZeneca/Fiocruz.

POSTOS DE VACINAÇÃO QUE FUNCIONARÃO EM HORÁRIO ESTENDIDO

01/10 – Sexta-feira – Das 9h às 21h
02/10 – Sábado – Das 9h às 18h

Centro de Convivência da Família Magdalena Arce Daou (pedestre)
Avenida Brasil, s/n, bairro Santo Antônio, zona oeste de Manaus

Centro de Convenções de Manaus-Sambódromo (drive-thru)
Avenida Pedro Teixeira, 2595, Dom Pedro, zona centro-oeste de Manaus.
Centro de Convivência da Família Padre Pedro Vignola (pedestre)
Rua Gandú, 119, bairro Cidade Nova, zona norte de Manaus

Shopping Phelippe Daou (pedestre)
Avenida Camapuã, 2.985, bairro Jorge Teixeira, zona norte de Manaus

Studio 5 Centro de Convenções (pedestre)
Avenida Rodrigo Otávio, 3555 – Distrito Industrial I, zona sul de Manaus

Sesi Clube do Trabalhador (pedestre e drive-thru)
Avenida Cosme Ferreira, 7399 – São José I, zona leste de Manaus

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Curso de gastronomia da Faculdade Santa Teresa promove aula show na FIGA 2021

A feira acontece no Centro de Convenções do Amazonas Vasco Vasques, localizado na avenida Constantino Nery

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Manaus (AM) – O curso de Gastronomia da Faculdade Santa Teresa está presente na edição 2021 da Feira Internacional de Gastronomia Amazônica (FIGA). Nesta sexta-feira (22) e sábado (23), a partir das 17h, professores da instituição estarão realizando aula show, ensinando receitas práticas para o dia a dia. A feira acontece no Centro de Convenções do Amazonas Vasco Vasques, localizado na avenida Constantino Nery. A entrada é gratuita.

A FIGA é promovida pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes, seccional Amazonas (Abrasel). Começou na última quinta-feira (21) e segue até este sábado (23). A FIGA é um evento que realiza intercâmbio entre chefs regionais e internacionais e divulga a gastronomia da região para diversos países. Além de exposição de produtos e serviços, o evento conta com rodada de negócios, programação técnica e arena gastronômica com participação de chefs renomados da região, do Brasil e de outros países.

Como preparar a receita?

Nesta sexta-feira (22), o público vai aprender a preparar Brisée de frango cremoso. Além do prato, os professores vão ensinar técnicas de preparo da massa e montagem. No sábado (23) a aula será de Mujica, prato tradicional da região, feito com peixe e farinha.

A coordenadora do curso de Gastronomia da Faculdade Santa Teresa, Marcia Regina de Carvalho Martins, explica que além de participar das aulas show, o público vai poder conhecer um pouco da proposta pedagógica da graduação oferecida pela instituição. O curso de Gastronomia da FST recebeu autorização do Ministério da Educação (MEC) para começar a funcionar em julho deste ano. A graduação recebeu a nota máxima 05 na avaliação do órgão. A avaliação abrange aspectos como infraestrutura, proposta pedagógica e qualificação do corpo docente.

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No Amazonas, 58 municípios zeram internações por Covid-19

Em todos os 61 municípios, há apenas 6 pacientes internados para tratamento da Covid-19

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Manaus (AM) – O Amazonas vem registrando queda no número de internações por Covid-19 no interior do Estado. Dos 61 municípios, 58 não apresentaram internações pelo novo coronavírus nesta quarta-feira (20). Apenas os municípios de Fonte Boa, Coari e Itacoatiara possuem leitos de Covid-19 ocupados.

A taxa de ocupação de leitos Covid-19 no interior está entre as mais baixas desde o início da pandemia: 2% para leitos de Unidade de Cuidados Intermediários (UCI) e menos de 1% para leitos clínicos, segundo o último Boletim Diário da Fundação de Vigilância em Saúde – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP). Entre os leitos destinados à Covid-19 nos 61 municípios do interior, dos 177 leitos de UCI, apenas quatro estavam ocupados e dos 881 leitos clínicos, somente dois tinham pacientes em tratamento, o que corresponde a 0,2% dos leitos ocupados.

“No Amazonas, todos os municípios já oferecem vacina para a população a partir dos 12 anos de idade; e a dose de reforço para a população acima dos 60 anos e para os trabalhadores de saúde, que tomaram a segunda dose há mais de seis meses, o que confirma o empenho do Estado na organização logística, capacitação e distribuição dos imunizantes para todos os municípios do Amazonas”, ressalta o secretário de Estado de Saúde, Dr. Anoar Samad.

Vacinação

Até o momento 79,9% da população do Estado acima de 12 anos, contemplada com a vacina, já tomou a primeira dose e 52,9% está com o esquema vacinal completo, ou seja, tomaram as duas doses do imunizante ou a dose única.

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Relatório da CPI da Covid pede o indiciamento de Bolsonaro por nove crimes

Renan Calheiros disse que está disposto a receber sugestões para “alterar e melhorar” o texto até a votação

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Manaus (AM) – Após quase seis meses de trabalho, o senador Renan Calheiros (MDB-AL) apresentou oficialmente, nesta quarta-feira (20), seu relatório à CPI da Pandemia. Numa reunião que começou tumultuada, o senador leu apenas uma pequena parte das 1.180 páginas do documento, que agora ficará disponível por uma semana aos demais integrantes do colegiado.

Renan disse que está disposto a receber sugestões para “alterar e melhorar” o texto até a votação  — que será nominal e ostensiva — prevista para a próxima terça-feira (26). Na mesma data também serão apresentados votos em separados de outros parlamentares.

O relator identificou 29 tipos penais e sugeriu o indiciamento de 66 pessoas, incluindo deputados, empresários, o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello e o atual titular da pasta, Marcelo Queiroga. Foram apontados ainda crimes cometidos por duas empresas: a Precisa Medicamentos e a VTCLog.

Renan não poupou o presidente Jair Bolsonaro, que foi acusado formalmente de ter cometido nove crimes: prevaricação; charlatanismo; epidemia com resultado morte; infração a medidas sanitárias preventivas; emprego irregular de verba pública; incitação ao crime; falsificação de documentos particulares; crime de responsabilidade e crimes contra a humanidade.

Na véspera da apresentação do texto, foram retiradas as acusações relativas aos crimes de homicídio qualificado e genocídio contra indígenas. As propostas não receberam apoio de outros integrantes do comando da comissão e havia dúvidas quanto à caracterização das condutas.

Três filhos do presidente também constam no relatório: o senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ), o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), todos são alvos de pedido de indiciamento por incitação ao crime.

“Essa comissão colheu elementos de prova que demonstraram sobejamente que o governo federal foi omisso e optou por agir de forma não técnica e desidiosa no enfrentamento da pandemia, expondo deliberadamente a população a risco concreto de infecção em massa. Comprovaram-se a existência de um gabinete paralelo, a intenção de imunizar a população por meio da contaminação natural, a priorização de um tratamento precoce sem amparo científico, o desestímulo ao uso de medidas não farmacológicas. Paralelamente, houve deliberado atraso na aquisição de imunizantes, em evidente descaso com a vida das pessoas”, acusou Renan.

Defesa 

Na reunião desta quarta-feira, novamente senadores governistas alegaram que a CPI focou apenas o governo federal, com o objetivo de desgastar o presidente Bolsonaro. Eduardo Girão (Podemos-CE), que se declara independente, disse que a comissão fechou os olhos à atuação de governos estaduais e prefeituras e virou instrumento de perseguição política. Ele pretende apresentar um voto à parte.

Antes da leitura do relatório, o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), teve a oportunidade de apresentar uma defesa do governo federal por pouco mais de 20 minutos.

O senador fez críticas ao trabalho da comissão, que, segundo ele, agiu de forma política na tentativa de incriminar o presidente da República; enumerou as medidas adotadas para salvaguardar os serviços públicos e a população durante a pandemia e lembrou que o Brasil já tem hoje 151 milhões de pessoas vacinadas com a primeira dose, estando à frente, em termos percentuais, de países como Estados Unidos, Alemanha, México, Índia, África do Sul e Rússia.

“Um ato político não pode ensejar a criminalização de um residente de um país com mais de 200 milhões de habitantes. O direito não pode ser utilizado como instrumento de política. Ou se faz um relatório final técnico ou se elabora uma opinião comprometida politicamente. Não há como mesclar as duas coisas, ou seja, aparência de tecnicidade em um relatório ideológico. Impõe-se foco técnico e ausência de viés político e atuação dentro dos limites constitucionais”, disse.

Apresentação de destaques 

A reunião foi aberta com a apresentação de questões de ordem dos senadores sobre a organização dos trabalhos da comissão na leitura e votação do relatório. Um dos pontos debatidos foi o direito ao pedido de destaques, para votação em separado, conforme reivindicado pelo senador Marcos Rogério (DEM-RO).

O presidente Omar Aziz (PSD-AM) alegou não haver norma regimental e nem precedente em outras CPIs sobre o assunto e que não seria cabível pedido de destaque. O posicionamento recebeu o apoio de oposicionistas.

“Não se trata de uma proposição legislativa. É uma investigação e, por isso, não cabe destaque. Não se tem como mitigar o que foi encontrado pelo relator após a investigação ou melhorar um dado da realidade. Portanto não cabe destaque”,  avaliou Rogério Carvalho (PT-SE).

Marcos Rogério reclamou ainda do pouco tempo dado pela presidência para leitura dos votos em separado, na próxima reunião, e disse que 20 minutos não seriam o bastante para a apresentação dos textos.

Indiciamento do presidente

O representante de Rondônia também apresentou outra questão de ordem, alegando que o relatório final não poderia propor o indiciamento do presidente da República por cometimento de ilícito penal. Segundo ele, o chefe do Executivo tem um conjunto de prerrogativas de índole processual a fim de lhe assegurar o livre exercício do mandato conferido pela maioria dos eleitores. Conforme Marcos Rogério, “por conta do exercício do cargo, a situação do residente da República é sui generis, sendo diversa da situação de qualquer outra autoridade constituída”.

A questão de ordem foi indeferida pelo presidente Omar Aziz, que alegou que o Senado tem competência para julgar crime de responsabilidade do presidente e seria um contrassenso se não pudesse investigá-lo no âmbito de uma CPI. Ainda segundo ele, cabe ao Parlamento a fiscalização dos atos do Poder Executivo, em especial do chefe do Poder Executivo.

“Embora o presidente não tenha prestado depoimento ao colegiado, as imputações que lhe são feitas resultam do vasto arcabouço de documentos recebidos pela comissão, dos depoimentos colhidos, bem como do acervo de declarações públicas, gravações e postagens em redes sociais colhidas ao longo desses meses. Nenhum cidadão está acima da lei, isso vale inclusive para o presidente Jair Messias Bolsonaro!”, sentenciou, irritado, Omar Aziz.

Amazonas

Já o senador Eduardo Braga (MDB-AM) considerou inaceitável que o relatório final não peça a punição de nenhum dos responsáveis pelo caos vivido no Amazonas durante a pandemia.

Para ele, não há dúvida de que houve uma série de crimes e há criminosos que agora precisam ser punidos. O parlamentar apresentou um adendo ao voto de Renan Calheiros, exigindo a punição dos responsáveis, inclusive do governador Wilson Lima.

“Nosso estado foi transformado em um verdadeiro campo de testes, com experimentos, com remédios ineficazes; falta de oxigênio, de leitos de internação e até de covas para enterrar os nossos conterrâneos. Nenhum estado sofreu tanto quanto o Amazonas. Não há nenhuma dúvida de que houve uma série de crimes e de criminosos que precisam ser punidos. Por isso, o Amazonas continua se sentindo injustiçado”,  afirmou Braga, que apresentou um adendo ao voto do relator sobre o tema.

Os senadores Izalci Lucas (PSDB-DF) e Soraya Thronicke (PSL-MS) também apresentaram a Renan Calheiros uma complementação de voto tratando especificamente da situação de seus estados: Distrito Federal e Mato Grosso do Sul.

Propostas legislativas

O vice-presidente Randolfe Rodrigues (Rede-AP) comunicou que, ao longo do funcionamento da comissão de inquérito, o Portal e-Cidadania, do Senado, recebeu de cidadãos, desde março de 2020, centenas de ideias legislativas relacionadas à CPI e ao drama da pandemia de covid-19.

Segundo ele, as propostas vão ser encaminhadas ao relator Renan Calheiros (MDB-AL), que ainda terá tempo para acrescentar em seu voto final as propostas consideradas mais relevantes e pertinentes. O senador disse que até o dia 26 de outubro estará à disposição para aperfeiçoar seu texto.

Antes de encerrar a reunião, o presidente Omar Aziz comentou a notícia de que Jair Bolsonaro teria “dado gargalhada” quando foi informado do conteúdo do relatório de Renan Calheiros e mandou um recado ao presidente:

“O país precisa de afeto, e as imputações ao senhor e ao seu governo são sérias. Não creio que seja uma risada de alívio; pelo contrário é de temor”,  afirmou.

*Com informações da Agência Senado

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