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Murilo Huff se emociona ao falar de Marília Mendonça; veja o vídeo

Murilo Huff, pai do filho de Marília Mendonça, se emocionou bastante durante a entrevista ao falar sobre a relação que tinha com a cantora

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Murilo Huff deu entrevista ao “Fantástico”, no último domingo (7). O músico falou sobre Léo, filho com Marília Mendonça, lembrou da relação que mantinha com a cantora e falou sobre a família. Em dezembro, o pequeno completa dois anos, então, o artista acredita que ele não deve sofrer da mesma forma que família e fãs sentem a dor da perda. O vídeo com a entrevista completa está no fim da matéria.

“O Léo tá bem. Agora ele está com a mãe dela. Ele é muito pequenininho para entender. Sei que vai chegar o momento ainda que ele vai[…] sentir falta dela. Pelo menos essa dor que a gente tá sentindo, eu acho que ele não vai sentir”. “Eu nÃo sei explicar, as vezes a gente tem uns lapsos que parece que está tudo bem”, destacou.

Além disso, Huff lembrou o término com a cantora. Ele destacou que os dois mantinham uma relação muito saudável, apesar de não estarem mais juntos – o que já se confirmou em algumas publicações em que os dois se defendem ao desmentir boatos.

“Faz muito pouco tempo que a gente não tava junto mais. A nossa relação sempre foi muito boa. A gente sempre se respeitou demais, nunca paramos de nos falar. Eu sempre respeitei ela muito como mãe e ela sempre me respeitou muito como pai”, destacou.

Como já confirmou antes, a última mensagem de Marília para Huff foi um pedido para que ele cuidasse de Leo enquanto ela estivesse fora. O final de semana da cantora seria todo em Minas Gerais, onde faria shows.

“A última mensagem que ela mandou para mim foi no dia que aconteceu [o acidente], foi para ficar perto dele, de olho, porque ele tinha acabado de tomar vacina. Parece que ela estava se despedindo, né? Falar justamente isso no dia que aconteceu”, repetiu o artista.Em seguida, o cantor e compositor lembrou da cantora como mãe. Ele disse que apesar de inesperado, Leo foi uma criança muito amada pela mãe em todos os aspectos. O bebê fez da artista uma ‘mãezona’, como ressaltou na mensagem.

“Ela era muito apaixonada dele. O Leo aconteceu na nossa vida de uma forma muito repentina, mas a gente recebeu muito bem e ela sempre foi incrível demais. Mãezona, filhona, tudo. Ela era incrível, me jogava lá em cima, sempre”, finalizou.

NAMORO

À reportagem, Murilo também lembrou a trajetória da relação com a artista. Ele contou como os dois se conheceram e de um pedido incomum que fez à artista, depois de ela gravar uma música dele.

“A gente se conheceu quando ela ia gravar uma composição minha. Eu mandei uma mensagem para ela pedindo para ir no show, para ver a galera cantando a música que era minha, né? Eu queria ouvir. Ela me recebeu no camarim, eu assisti ao show”, reviveu.

Com o olhar abatido, como se repetiu nos últimos dias, Huff também lembrou da conexão forte que tinha com ela, apesar de os dois nunca terem oficializado uma relação ou se casado de fato. Ademais, revelou que a falta de um pedido de namoro virou tema de briga entre eles.

“Desde o início foi uma conexão muito forte. Ela brigou comigo, porque eu não pedi ela em namoro, daí a gente ficou afastado umas duas semanas e depois eu fui atrás, pedi ela em namoro”, destacou.

Ele ainda lembrou que se tornou uma pessoa insegura com relação à carreira que ambos tinham, porque poderiam pensar que ele estava com a sertaneja por interesse. “Eu sempre tive um medo muito grande de as pessoas pensarem que eu estava com ela por interesse, pelo motivo de a gente ter a mesma profissão”, esclareceu.

Em seguida, o compositor tentou definir como era estar perto da artista e o que fazia dela uma pessoa tão especial. Ele ainda ressaltou que Marília era uma pessoa que distribuia amor por onde passava. “Ela amava demais, muito, tudo! Eu sempre falo que ela era um gênio. Ela sempre foi muito a frente do tempo dela. Onde ela botava a mão, ela mudava a vida de todo mundo, não digo nem financeiramente. As vezes ela falava, contava uma história, dava um conselho. Ela mudava a vida de todo mundo”, analisou.

O cantor ainda afirmou que, os dois viajariam para Minas Gerais juntos, se ainda mantivessem a relação. “Fazia uns dois meses que a gente não estava mais juntos. Foi logo depois que a gente voltou de viagem. Foi por um motivo tão besta, hoje analisando. Se nós estivéssemos juntos, eu com certeza ia estar no avião, porque eu também não tinha show nesse final de semana. E ela estava voltando a fazer show, com certeza na melhor fase dela. Super feliz com os projetos e com certeza eu ia estar lá acompanhando ela, com certeza absoluta”, revelou.

Por fim, contou que deve manter a força para criar o filho que os dois tem juntos e, além disso, reforçar a boa imagem da artista para o bebê. “Não vai ser fácil, mas tem que ser forte. Eu vou fazer questão de falar para ele o quanto ela era amada pelo Brasil inteiro. É um pedacinho dela que ficou por aqui”, finalizou.

TRAJETÓRIA

Marília Mendonça era intitulada como A Rainha da Sofrência, uma das maiores artistas brasileiras, que fez a música sertaneja cantada por mulheres ganhar o topo do sucesso em nosso país.

Aos 12 anos, ela já era compositora. Escreveu “Minha Herança”, “É Com Ela Que Estou”, gravada por Cristiano Araújo e duas gravadas por Henrique & Juliano: “Até Você Voltar”e “Cuida Bem Dela”.

O primeiro DVD (2015) disparou os sucessos “Sentimento Louco” e “Infiel”. No ano seguinte, gravou inéditas e teve o DVD todo gravado Em Manaus, no Sambódromo local.

Em março de 2017 veio o segundo projeto completo, “Realidade”, que contou com mais sucessos, como “Amante Não Tem Lar” e “De Quem É A Culpa”. O DVD “Todos Os Cantos” saiu em 2019 e foi novamente um hit, chegando ao topo das listas no Brasil.

Neste ano de 2021, Marília se juntou com Maiara e Maraísa, formando o projeto “Patroas”. Elas estavam se apresentando juntas em vários programas de TV e já tinha agenda de shows confirmados para uma turnê em 2022.

Veja o vídeo da matéria completa

Fonte: O Fuxico

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Resultado do Enem será divulgado no dia 11 de fevereiro

O transporte dos malotes com as provas foi concluído em todo o país, pelos Correios, em duas horas e 41 minutos

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Brasília (DF) – Os resultados das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2021 serão divulgados no dia 11 de fevereiro do ano que vem. A data foi confirmada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela realização do exame, durante entrevista coletiva.

De acordo com o presidente do Inep, Danilo Dupas, o comparecimento neste domingo (28), segundo dia de provas, foi de 70%. Dupas também confirmou que está aberto o prazo para que os estudantes que não compareceram aos locais de prova por problemas logísticos ou por doenças infectocontagiosas, como a covid-19, peçam a reaplicação do Enem 2021, por meio da página do participante no site do Ineo.

Durante a coletiva, o delegado da Polícia Federal, Cléo Mazzotti, informou que foram cumpridos 31 mandados de prisão nos locais de prova. O alvo foram pessoas acusadas de tráfico de drogas, cárcere privado e estupro de vulnerável, entre outros crimes. Duas pessoas foram presas pela tentativa de uso de ponto eletrônico em dois locais de prova.

O transporte dos malotes com as provas foi concluído em todo o país, pelos Correios, em duas horas e 41 minutos.

Na avaliação do ministro da Educação, Milton Ribeiro, a sociedade e a educação brasileiras saíram ganhando com a realização do Enem.

“Saiu ganhando porque, como era o previsto, e nós havíamos dito, a questão do Enem haveria de ter toda seriedade, toda transparência e toda a competência, que é própria dos servidores do MEC, dos Correios e da Policia Federal”, afirmou. O gabarito oficial e os cadernos de questões serão divulgados depois de amanhã (1º) pelo Inep.

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Por unanimidade, justiça absolve empresário acusado de estuprar Mariana Ferrer

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O Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) confirmou em decisão por unanimidade a sentença de 1ªa instância que absolveu o empresário André de Camargo Aranha, 44, acusado de estupro de vulnerável pela promotora de eventos Mariana Ferrer, 24.

O julgamento do recurso para revisão de sentença pedido por Ferrer aconteceu nesta quinta (7), em Florianópolis. Os três desembargadores da 1ª Câmara Criminal do TJSC que analisaram o pedido, Ana Lia Carneiro, Ariovaldo da Silva e Paulo Sartorato, votaram pela manutenção da sentença que absolveu Aranha, alegando falta de provas.

Ferrer acusa o empresário de tê-la dopado e estuprado em uma festa no Café de La Musique de Florianópolis (SC) em 2018, quando ela tinha 21 anos e dizia ser virgem. Aranha, que atua como empresário de jogadores de futebol, nega o crime e diz que Ferrer praticou sexo oral nele, de maneira consensual.

No exame de corpo de delito ao qual a promotora de eventos se submeteu, a perícia encontrou sêmen do empresário e sangue dela e constatou que o hímen havia sido rompido. Já o exame toxicológico não constatou o consumo de álcool e drogas, mas a defesa da jovem diz que não foi descartada a possibilidade de uso de outras substâncias como ketamina.

Aranha foi absolvido em setembro de 2020, em decisão do juiz de 1ª instância Rudson Marcos, da 3ª Vara Criminal de Florianópolis (SC). A sentença foi repudiada por diversas entidades de defesa dos direitos da mulher e gerou a campanha #JustiçaPorMariFerrer após o The Intercept Brasil publicar um vídeo com trechos da audiência virtual e revelar parte da argumentação do Ministério Público de Santa Catarina acatada pelo juiz.

O promotor Thiago Carriço de Oliveira disse em seu relatório que não havia provas do crime nem de que Ferrer não estaria em condições de dar consentimento à relação sexual, portanto não haveria dolo, a intenção de estuprar. Ao tentar resumir a tese da promotoria, o site Intercept usou a expressão “estupro culposo” [sem intenção], que não existe juridicamente e não consta no processo, e logo o termo se espalhou pelas redes sociais.

Já em vídeo, divulgado na internet, o advogado de Aranha, Claudio Gastão Rosa Filho, aparece dizendo, entre outras coisas, que “jamais teria uma filha” do “nível” da jovem e afirmando “pedir a Deus” para que o filho “não encontre uma mulher que nem você”.

Gastão da Rosa Filho afirma que os trechos de sua argumentação foram editados e colocados fora de contexto pelo Intercept e que falas ofensivas de Ferrer foram omitidas. Ele, o juiz e o promotor estão processando o site e a autora da reportagem por danos morais.

Em março, a Câmara aprovou o Projeto de Lei Mariana Ferrer, que pune ofensa à vítima durante um julgamento, e, na semana passada, o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) abriu processo para investigar a conduta do juiz Rudson Marcos na audiência.

O advogado de Ferrer, Julio César Ferreira da Fonseca, diz que todos esses episódios traumáticos levaram a influenciadora a desenvolver uma depressão severa e Síndrome do Pânico e que ela não sai de casa há um ano.

*Com informações da Folha de São Paulo

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Bancada feminina critica veto de Bolsonaro à distribuição gratuita de absorventes

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Brasília (DF) – Deputadas da bancada feminina protestaram no Plenário da Câmara, na manhã desta quinta-feira (7), contra o veto do presidente da República, Jair Bolsonaro, à distribuição distribuição gratuita de absorventes higiênicos para estudantes, mulheres em situação de vulnerabilidade e presidiárias.

O presidente sancionou a lei que institui o Programa de Proteção e Promoção da Saúde Menstrual (Lei 14.214/21), mas vetou os principais pontos da proposta aprovada pelos parlamentares.

Com os vetos, o programa para combater a chamada precariedade menstrual – ou seja, a falta de acesso a produtos de higiene no período da menstruação – passou a prever apenas campanha informativa sobre a saúde menstrual.

A lei é fruto de projeto de lei (PL 4968/19) de autoria da deputada Marília Arraes (PT-PE) e foi aprovado em agosto pela Câmara dos Deputados e em setembro pelo Senado Federal. Marília Arraes lamentou o veto, que ainda pode ser derrubado pelo Congresso Nacional.

Segundo a deputada, a aprovação da proposta foi fruto de uma negociação ampla envolvendo parlamentares e líderes de diferentes partidos, inclusive com a liderança do governo.

“Tenho certeza que a Casa vai fazer jus à vontade do povo brasileiro, como é nossa obrigação, e derrubar esse veto, que é um verdadeiro absurdo para as mulheres do Brasil”, disse a deputada Marília Arraes.

A coordenadora da bancada feminina, deputada Celina Leão (PP-DF), também destacou que o projeto foi aprovado com apoio de todas as bancadas na Câmara e no Senado.

Ela citou dados do estudo Pobreza Menstrual no Brasil, segundo os quais 713 mil meninas vivem sem acesso ao banheiro ou a chuveiro em seu domicílio. E 4 milhões não têm acesso a cuidados mínimos menstruais, por isso muitas vezes deixam de ir à escola porque estão no período menstrual.

Ela citou ainda Pesquisa da Sempre Livre, de setembro de 2021, que apontou que 28% das mulheres são afetadas pela pobreza menstrual.

“Conseguimos votar um projeto com impacto orçamentário mínimo para gente começar do mínimo. Nós tínhamos que dar acesso a essas mulheres a esse material que não é só kit de higiene; é kit de saúde. Muitas mulheres pegam infecção porque não conseguem fazer uso adequado dos absorventes”, informou Celina Leão.

Na justificativa do veto, o governo alega que a oferta gratuita de absorventes higiênicos femininos não se compatibiliza com a autonomia das redes e estabelecimentos de ensino, além de não indicar a fonte de custeio ou medida compensatória.

Mas, segundo Celina Leão, o custo para a distribuição gratuita de absorventes era de R$ 84 milhões e estava previsto no orçamento.

“Se R$ 84 milhões for muito dinheiro para o governo não dar condições a meninas e mulheres, eu acho que o governo tem que rever os seus princípios. Repudio esse veto e peço ajuda da bancada feminina para que rapidamente a gente consiga derrubá-lo. Se você compra papel higiênico para escola, não pode comprar absorvente? Para os itens da cesta básica, você não pode incluir absorvente?”, disse Celina Leão, coordenadora da bancada feminina

Também foi vetado o artigo que previa que as cestas básicas entregues pelo Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan) deveriam conter como item essencial o absorvente higiênico feminino.

Novamente, a justificativa foi a incompatibilidade com a autonomia das redes e estabelecimentos de ensino e a não indicação de fonte de custeio ou medida compensatória.

Os vetos ainda serão analisados pelo Congresso Nacional, podendo ser mantidos ou derrubados.

*Com informações da Agência Câmara

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