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Economia

Confira o horário de funcionamento do comércio em Manaus neste feriado

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Manaus (AM) – Na expectativa do feriado desta terça – feira (12), Dia de Nossa Senhora Aparecida, muita gente se prepara para ir ao Centro de Manaus e fazer compras de última hora pensando no “Dia das Crianças”. Por isso, a Federação do Comércio do Estado do Amazonas (Fecomercio) informa o horário de funcionamento do comércio varejista e atacadista na capital.

Confira:

Dia 12/10 (terça-feira) – Nossa Senhora Aparecida

Comércio da Região Central – 9h às 13h (horário sugerido).

Shoppings:

Amazonas – Lojas e áreas de lazer – – Praça de alimentação – 12h às 21h;

Manauara – Lojas – 13h às 21h – áreas de lazer e praça de alimentação – 12h às 22h;

Manaus Plaza – Lojas – 14h às 20h – Praça de Alimentação – 11h às 20h;

Millennium – Lojas e praça de alimentação – 12h às 18h;

Ponta Negra – Lojas – 14h às 21h – Áreas de lazer e praça de alimentação – 12h às 22h;

Studio 5 – Lojas, áreas de lazer e praça de alimentação – 10h às 22h;

Sumaúma – Lojas, áreas de lazer e praça de alimentação – 10h às 22h.

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Economia

Novo Bolsa Família pode pagar R$ 400 mensais até 2022, diz governo

O governo deve aproveitar o orçamento do Bolsa Família deste ano para custear os R$ 400 por beneficiário

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Brasília (DF) – O Governo Federal pretende pagar R$ 400 para 17 milhões de famílias de baixa renda atendidas pelo novo Bolsa Família. O programa social deve custar aos cofres públicos R$ 84,7 bilhões em 2022.

O novo valor faz parte da reformulação do Bolsa Família, que foi renomeado pelo governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) como Auxílio Brasil.

O governo deve aproveitar o orçamento do Bolsa Família deste ano para custear os R$ 400 por beneficiário. E prevê o pagamento da seguinte forma:

– Os beneficiários receberão R$ 300, que sairão da verba do Bolsa Família para 2021 (R$ 34,7 bilhões).

– Os outros R$ 100 virão de um “orçamento temporário”, que terá o montante de R$ 40 bilhões.

Parte desse “orçamento temporário” ficará fora do teto de gastos públicos. A manobra evita que o governo seja acusado de desrespeitar a Lei de Responsabilidade Fiscal.

A ala política do governo tem pressionado o ministro Paulo Guedes. Além da ajuda social, os pagamentos representam uma possibilidade de ampliar o apoio a Bolsonaro, que pode concorrer à reeleição em 2022.

O presidente espera que a alta de R$ 189 (ticket médio atual do Bolsa Família) para R$ 400 resulte em mais votos no ano que vem.

Para a equipe de Guedes, o custeio do Auxílio Brasil deve vir da aprovação do projeto de reforma do Imposto de Renda, que prevê a taxação de dividendos. No entanto, o relator da proposta no Senado, Angelo Coronel (PSD-BA), afirma que vai retirar a tributação do texto.

O Ministério da Economia não comentou oficialmente a possibilidade de pagar R$ 400 no Auxílio Brasil. O governo federal planeja anunciar os detalhes às 17h desta terça-feira (19). Há previsão de os presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e da Câmara, deputado Arthur Lira (PP-AL), participarem do evento.

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Economia

Empreendedores amazonenses sonham com a formalização

Em 2020, foram abertas 38.648 empresas, sendo 31.762 como microempreendimentos individuais no Amazonas

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Manaus (AM) – Nunca se precisou tanto se reinventar no mercado de trabalho, para ter uma forma sólida de sustento em casa, como nos dias atuais por conta da pandemia. No Amazonas, muitas famílias perderam fontes de renda, por consequência do fechamento de comércios e empresas que não se adaptaram à nova realidade do mundo.

De acordo com os últimos dados registrados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil bateu recorde de desemprego no início deste ano, com uma taxa de 14,2% e cerca de 14 milhões de brasileiros estão fora do mercado de trabalho. Este é o maior número já registrado pelo órgão desde 2012, o que preocupa especialistas e pessoas do mundo inteiro.

Moradora da comunidade Caldeirão, localizada no KM 13 da Estrada Manoel Urbano AM 070, no município de Iranduba, a artesã Ledici Oliveira, de 63 anos, já trabalhou como comerciante, costureira e atualmente se aventura como artesã nas feiras livres aos fins de semana.

Trabalhando com vasos de flores artesanais, tiaras, cestos de palha, laços, que são produzidos por ela e o esposo, Ledici conta que sonha em formalizar a empresa. “Já temos uma pessoa que nos ajuda na produção, sentimos falta de fazer mais cursos, formalizar para poder fazer empréstimo e aumentar a empresa”, declarou.

Não muito diferente da artesã, a agricultora Irene Lima, 51 anos, que trabalhava como cobradora de ônibus, após ficar desempregada há dois anos, decidiu migrar para o ramo de temperos caseiros. Com apoio da família e usando como obra prima o plantio, a agricultora conta que sonha em ter a própria marca e estuda a possibilidade para 2022.

“Daqui ajudo a pagar a faculdade do meu filho e fabricamos em casa um pouco de tudo como o colorau com Urucum, o Açafrão, plantamos a pimenta do reino e tempero baiano”, contou.

Entre as muitas histórias de sucesso de empreendedores amazonenses, com oito anos de área, a fotógrafa Michelle Alvim, de 38 anos, conseguiu conquistar o espaço dela e formalizar a empresa de fotografia, um sonho que antes parecia tão distante para ela e para a família.

Ela conta que sempre amou fotografia, mas antes atuava em outras profissões. “Trabalhava como assistente administrativo numa empresa e também era maquiadora, até conhecer meu marido que já era fotógrafo e fui me especializar. Após muitos flashs a princípio atuava só aos fins de semana e depois conseguimos abrir nosso próprio estúdio”, disse.

Com isso, a fotógrafa decidiu formalizar a empresa e abriu um cadastro no MEI (Microempreendedor Individual), um dos inúmeros trabalhos oferecidos pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).
O MEI ajudou a empreendedora na organização da empresa e dar aos clientes mais credibilidade e segurança, finaliza Michele.

A FORÇA DO SEBRAE

O analista técnico do Sebrae, Ricardo Sampaio explica que órgão trabalha também com capacitação empresarial de uma forma ampla, tendo como conceito que a educação é um processo que não acontece só em sala de aula, mas sim multidisciplinar em diversas formas de estudo, seja em campo, reuniões plenárias, avaliações técnicas, em educação a distância e as formas tradicionais de ensino como palestras e cursos.

Segundo dados do Sebrae – AM, em 2020 foram abertas 38.648 empresas, sendo 31.762 como microempreendimentos individuais no Amazonas.

Ainda existe uma predominância nos dados em relação aos empreendimentos mais simples com um único empregador. “A formalização é um processo orgânico e natural de quem monta um negócio. Ninguém cria um filho para que seja um eterno bebê. Do mesmo modo, quando criamos uma empresa você precisa fazer com que ela cresça a ponto de ampliar a possibilidades de geração de negócios”, explicou Ricardo.

Se a pessoa se mantém informal por muito tempo, ela chega em um momento que acontece um volume de recursos e nisso precisará de mais gerenciamento.

Com a formalização junto ao Sebrae, o usuário terá a possibilidade de comprar no atacado, importar e exportar comprando e vendendo com um preço mais competitivo, ter mais visibilidade no mercado, com parcerias, linhas de crédito para pessoas jurídicas com taxas de juros menores e maiores prazos.

O técnico finaliza explicando que com a formalização, o empreendedor tem a vantagem também de trabalhar com tranquilidade e está dentro dos parâmetros da lei. A abertura do MEI é gratuita.

Os cursos e eventos podem ser acessados por meio da plataforma do Sebrae – www.sebrae.com.br

Por Islânia Lima

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Economia

Subsídio para gás de cozinha será votado pelo Senado na terça-feira (19)

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Brasília (DF) – O projeto que trata do subsídio às famílias de baixa renda na compra de botijão de gás de cozinha deve ser votado na próxima terça-feira (19). O texto conta com relatório favorável e, se aprovado, seguirá para a Câmara dos Deputados.

O projeto cria o programa Gás para os Brasileiros, que poderá financiar até 100% do preço médio do botijão a cada dois meses. As famílias beneficiadas serão aquelas inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), com renda mensal per capita menor ou igual a meio salário mínimo, ou que recebam o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

O autor da proposta é o senador Eduardo Braga (MDB-AM). O relator é o senador Marcelo Castro (MDB-PI), que promoveu alterações no texto com o objetivo de ampliar o valor do benefício em relação ao previsto no texto original.

Não é a primeira vez que a matéria tem sua votação adiada. A matéria estava prevista para ser votada no último dia 2 de setembro, mas foi retirada de pauta a pedido do relator, que buscava um entendimento mais acertado a respeito do texto final. Segundo Marcelo de Castro, o senador Eduardo Braga não pode estar presente na sessão desta quarta-feira, ocasionando mais um adiamento.

A ideia do projeto é beneficiar na compra de gás liquefeito de petróleo (GLP), envasado em botijões de 13 kg, as famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), com renda familiar mensal per capita menor ou igual a meio salário mínimo, ou que tenham entre seus membros residentes no mesmo domicílio quem receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

O projeto original estabelecia que as famílias teriam direito, a cada bimestre, ao valor de 40% do preço médio de revenda do botijão de 13 kg. Mas o relator considerou mais efetivo estipular o benefício na faixa de 40% até 100% do preço médio de revenda do botijão conforme valores de cada estado, a ser pago a cada dois meses.

“Uma família que recebe R$ 200 do Bolsa Família e gasta até R$ 120 para comprar um botijão de gás, como vai comprar alimentos? Temos o dever de ajudar nossos irmãos menos favorecidos”, argumentou o senador Marcelo Castro.

As fontes de recursos para o programa, definidas pelo relator, serão provenientes de dividendos pagos pela Petrobras à União, dos bônus de assinatura das rodadas de licitação de blocos para a exploração e produção de petróleo e de gás natural e outros recursos previstos no Orçamento Fiscal da União. O programa vai durar cinco anos, produzindo efeitos a partir da abertura dos créditos orçamentários necessários à sua execução.

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