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Após 50 anos, descodificaram mensagem do serial killer “Assassino do Zodíaco”

Identidade do assassino em série permanece ainda um mistério. Reivindicou 37 mortes entre 1968 e 1969

Após 50 anos, descodificaram mensagem do serial killer "Assassino do Zodíaco"
Divulgação

Uma equipe de entusiastas de criptografia conseguiu decifrar uma das mensagens codificadas há mais de 50 anos pelo “Assassino do Zodíaco”, que aterrorizou a Califórnia no final da década de 1960 e que ainda não foi identificado.

A mensagem em questão foi enviada em novembro de 1969 para o jornal San Francisco Chronicle pelo alegado homicida. O código era composto por várias letras e símbolos crípticos de uma maneira tabular, captando a atenção das autoridades, de investigadores.

A mensagem foi supostamente enviada em novembro de 1969 ao jornal San Francisco Chronicle pelo assassino, e seu código era composto por uma série de letras e símbolos criptografados.

Os detetives esperavam que a mensagem codificada contivesse a identidade do criminoso, que cometeu pelo menos cinco assassinatos em 1968 e 1969, mas reivindicou 37 no total e inspirou outros assassinos em série.

De acordo com o trio de criptógrafos, na mensagem o autor se gaba e desafia as autoridades, mas não dá pistas reais sobre o motivo dos crimes e sua identidade. David Oranchak, um web designer americano de 46 anos, precisou de vários programas de computador e anos de trabalho para quebrar o código complexo no qual começou a trabalhar em 2006.

Uma primeira mensagem enviada aos jornais da Califórnia foi decodificada por um professor e sua esposa em 1969. “Gosto de matar porque é muito engraçado”, dizia aquele texto, fazendo referência novamente aos “escravos” que alegava reunir para servi-lo na vida após a morte. Mas o código usado na primeira mensagem era muito mais simples do que a “cifra 340”, assim chamada porque contém 340 caracteres espalhados por 17 colunas.

A cifra 340 é lida diagonalmente, começando do canto superior esquerdo e descendo um quadro e dois quadros à direita. Quando se chega ao fundo, o leitor deve voltar para o canto oposto, explicou o especialista em vídeo postado em seu canal no YouTube.

Oranchak observou que o sistema de criptografia aparece em um manual destinado aos militares dos Estados Unidos datado da década de 1950.

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